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A cane corso[a] (pronúncia italiana: [ˈkaːne ˈkɔrso]) é uma raça canina molossóide de grande porte do tipo mastim oriunda da região sul da Itália. É valorizada em seu país de origem como cão de guarda de fazendas e como cão de caça de javalis.[1][2]

Sua origem, bem como a de outras raças, é antiga e imprecisa, embora seja considerado um descendente direto do Canis Pugnax: antigos cães molossos de guerra do Império Romano.[2][3]

Apesar disso, sua criação organizada só se deu em meados da década de 1980, sendo somente reconhecida internacionalmente a partir da década de 1990.[2]

A raça cane corso está diretamente relacionada com a raça Mastim napolitano, uma outra raça italiana, ao ponto de que nos anos 1940 ambos eram considerados nomes sinônimos para um mesmo tipo de cão, juntamente com outros sinônimos como cane da presa e molosso italiano.[4] Com o passar dos anos o mastim napolitano adquiriu traços diferentes distanciando-se da similaridade com o cane corso.

De acordo com o padrão oficial FCI o cane corso, os machos no medem 62-70 cm (24-28 in) e as fêmeas medem 58-66 cm (23-26 in) e Quanto ao peso, este deve estar de acordo com o tamanho e a estatura desses cães, variando entre 45 a 50 kg (99-110 lb) para os machos e 40 a 45 kg (88-99 lb) para as fêmeas.

Fisicamente, o cane corso pode chegar a pesar 50 kg e medir 68 cm na altura da cernelha.[1] Se apresentam nas cores preto, cinza, fulvo, malhado-tigrado, vermelho-cervo e variações dessas cores. [1]  

Levando em consideração a língua italiana moderna, “cane corso” significaria “Cão da Córsega”. Porém, apesar de existirem citações seculares a cães da Córsega (Córsega é uma ilha francesa bem próxima à Itália), a verdadeira etimologia da nomeação da raça é imprecisa. Segundo alguns autores, “Corso” advém do substantivo feminino em Latim Cohors que significa “quintal”, “Pátio”. Neste caso cane corso pode ser interpretado como “Cão de quintal”; “Cão que guarda o quintal/propriedade”; ou até “Cão de fazenda”, já que tradicionalmente a raça é utilizada para guarda de fazendas. Outros relatam também a possibilidade de “corso” derivar do termo Celta “coarse”, que significa “robusto”.

O cane corso é considerado um descendente direto do mítico canis pugnax[2], do latim, que em português pode ser traduzido como cão de guerra, um antigo tipo extinto de cão molossóide utilizado pelos romanos[8][2][3] em todo o Império em atividades de guerra, combate para entretenimento, caça de grandes animais, e também como cães de guarda de vilas, prédios públicos e casas particulares, onde ainda hoje é possível encontrar os famosos mosaicos cave canem que avisavam sobre a possível presença destes cães guardiões, que ficavam presos em correntes durante o dia nas entradas e soltos durante a noite. Provavelmente estes cães possuíam também orelhas e cauda cortadas.[3]

O nome da raça muito provavelmente deriva de “cane da corso”, um termo italiano antigo para definir os cães de presa utilizados em atividades rurais (para guiar e controlar o gado e os suínos; e para caçar o javali). Mas não foi o único termo que nomeou a raça ao longo do tempo.[11] Este termo é distinto de “cane da camera”, que servia para identificar os cães de presa que eram mantidos como cães de guarda. No passado recente, a sua distribuição foi limitada apenas a algumas regiões do sul da Itália, especialmente à Basilicata, Campânia e Apúlia.

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